Vamos começar tratando as pessoas como pessoas, ok?
Todo mundo tem seu momento de frustração, de tristeza, raiva; Se você não sabe ainda, aqui vai uma verdade que mudará sua vida: você não é o centro do universo.
Antes de magoar. iludir, ou procurar alguém apenas para escape momentâneo, lembre-se de que ela é tão merecedora da verdade e da felicidade como você. Erramos, claro. Cometemos falhas e isso serve para aprimorar nosso comportamento e fazê-lo o melhor possível, não para tornar-se rotina. Ninguém aqui é, ou deve ser perfeito e ser um Lord (para ser sincera, os que mais tentam mostrar-se tão corretos, são os que mais tropeçam na armadilha da verdade de ser quem realmente se é).
É uma questão de respeito. De você saber olhar no outro alguém tão cheio de qualidades e defeitos como você. É ter a noção de que pessoas não estão ali como peças de um jogo que você as coloca onde quer e na hora que quer. Valorize, sabe? Sinta-se privilegiado de uma pessoa te ouvir na hora do desabafo, mas também tenha a decência de ser ouvinte e procurá-la constantemente, seja para dizer um ‘oi’ ou para dizer um ‘como foi seu dia hoje’? Constância. É o que falta por aí…Nesse vida louca do descartável, do haver sempre mais opções, você descarta, põe para escanteio. E se quiser, o coloca de volta no jogo. É lamentável. Só uma dica, se for pra me deixar no stand by, nem começa a querer me colocar pra funcionar. Sou muito mais ‘presença’ do que ‘passageira’. E no fim, permanecer é mais importante do que simplesmente passar.